terça-feira, 30 de abril de 2019

Aliado sim, alienado não!


São de fundamental importância para o funcionamento de uma administração eficiente o planejamento, direção e controle. Estes são os fatores primordiais da administração, somados a responsabilidade, comprometimento, honestidade e a vontade de fazer acontecer, são de suma importância para o sucesso da mesma.

No breve tempo em que convivo com a administração pública, vejo gestores cada vez mais perdidos por falta de conhecimento e incapacidade administrativa.

Infelizmente, a gestão está fundamentada nos acordos astronômicos com lideranças políticas, que por sinal, sobrepõem o interesse público, prejudicando o desenvolvimento técnico da gestão. 

Não serei hipócrita em desconsiderar a necessidade e a importância das alianças político-partidária para lograr êxito em um pleito eleitoral. Com efeito, há que se considerar a urgente necessidade dos gestores em respeitar os princípios básicos da Administração Pública; legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, sob pena de comprometer a capacidade de investimento do Poder Público.

Quem perde com essa situação de irresponsabilidade é a população e esse impasse inviabiliza o pagamento de salários em dia, manutenção das estradas vicinais, manutenção de equipamentos esportivos e praças de lazer e convivência, recuperação de acesso aos morros e altos, bem como a construção de encostas.

Já passou da hora de desenvolvermos uma gestão moderna, respeitando a atuação dos agentes públicos, cada qual em seu quadrado, com o Prefeito cumprindo seu papel executando e os Vereadores legislando e fiscalizando.

Não abrirei mão de nosso papel, aliado sim, alienado não! Se o Prefeito quiser contar com nosso apoio para o bem de Ilhéus, pode contar. Mas, não espere neste vereador, com mandato conferido pelo voto dos ilheenses, um subserviente.

Continuarei na luta por uma educação de qualidade, por mais saúde, por respeito aos produtores do interior e aos moradores dos morros e altos de Ilhéus!

Ivo Evangelista
Vereador/PRB

quarta-feira, 24 de abril de 2019

MEC analisa programa de fomento ao ensino médio integral

O Ministério da Educação (MEC) está reavaliando o Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. A intenção da pasta é verificar como os recursos estão sendo usados nos estados para definir os próximos passos do incentivo, de acordo com o diretor de Ações Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Arcione Ferreira Viagi.
Viagi participou hoje (23), na Câmara dos Deputados, do seminário Tempo integral: Alternativa para o Ensino Médio Brasileiro. O programa, criado em 2016, foi citado pelos participantes como fundamental para incentivar que as escolas de ensino médio ofereçam mais tempo de atividades aos estudantes.
“Precisamos ver como está a execução desses recursos”, disse Viagi. Ele explicou que o FNDE, autarquia responsável por gerir os recursos repassados pelo MEC para estados e municípios, está realizando uma análise para entender a relação do investimento feito nas escolas com a melhoria dos resultados dos estudantes.
Mais especificamente no Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral, foram liberados R$ 800 milhões, previstos desde o ano passado. “O presidente do FNDE [Carlos Alberto Decotelli] está rodando o Brasil mostrando a disponibilidade de recursos hoje nos bancos, que não estão sendo aplicados. Os secretários às vezes se assustam ao ver o volume de recursos que está parado”.

O Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral foi lançado para ajudar os estados a implementarem o novo ensino médio. A intenção do novo modelo é oferecer aos estudantes uma formação que os aproxime do mercado de trabalho, da vida universitária e do caminho que querem seguir, possibilitando que escolham o que aprender em parte das horas que ficam na escola. Para isso, as redes de ensino devem aumentar o tempo de aula. Hoje, a maior parte dos estudantes fica 5h por dia na escola. Esse tempo deverá chegar a 7h.

O tempo integral está previsto também no Plano Nacional de Educação (PNE), Lei 13.005/2014, que estabelece que, no mínimo, 25% dos estudantes do país sejam atendidos em jornadas diárias de 7h ou mais até 2024. Em 2017, 15,3% das matrículas eram em educação em tempo integral. No Ensino Médio, apenas 9,5% das escolas são em tempo integral.
A manutenção da ajuda do MEC aos estados é preocupação sobretudo dos secretários de educação estaduais, que são responsáveis pela maior parte das matrículas do ensino médio.
“Muitos estados iniciaram a expansão do ensino integral no ensino médio a partir do projeto de fomento do MEC. Esses estados precisam dessa complementação porque a escola integral tem demandas fortes de reorganização da infraestrutura, tem a questão dos laboratórios, dos ambientes de vivência. Essas coisas não estão contempladas pelo senso comum das políticas públicas de financiamento da educação”, disse o representante do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), Aléssio Trindade.

Esclarecimentos

Para dar mais segurança aos estados, o deputado federal, Idilvan Alencar (PDT-CE) pretende enviar ao MEC um requerimento de informação questionando se haverá um novo edital para fomentar o aumento da escola em tempo integral e se os editais vigentes continuarão a ser pagos aos entes federados.
“A continuidade ou não gera certa inquietação das escolas porque o MEC não se pronunciou sobre isso”, disse. O requerimento será apresentado amanhã (24) à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Aprovado, será encaminhado à pasta.

Tempo integral

“O que nós chamamos de escola em tempo integral, o mundo desenvolvido chama de escola e isso faz muita diferença. Quando a gente compara o sistema de educação brasileiro ao europeu não estamos comparando a mesma coisa. Com o ensino integral vamos só estar chegando ao modelo que é o básico no resto do mundo”, defendeu o diretor de Estratégia Política do Movimento Todos pela Educação, João Marcelo Borges.
As redes que já possuem escolas em tempo integral têm mostrado resultados positivos. Em Pernambuco, estado considerado modelo nesse quesito, 57% das vagas ofertadas no ensino médio são atendidas por unidades de tempo integral.
No estado, os estudantes saltaram da 22ª posição no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) em 2007, para a terceira em 2017. Além disso, a rede é destaque por ter a menor desigualdade de aprendizagem do Brasil.
FONTE: Agência Brasil

Câmara e Prefeitura debatem ampliação do Código de Endereçamento Postal em Ilhéus


A necessidade de organizar o código de endereçamento postal do município de Ilhéus levou diversos representantes de associações de moradores, membros da sociedade civil organizada e Poderes Executivo e Legislativo, entre outras autoridades e lideranças, ao plenário da Câmara de Vereadores de Ilhéus, na tarde desta quarta-feira, dia 17. O assunto foi colocado em pauta durante sessão especial presidida pelo vereador Luiz Carlos “Escuta” (PP), após a apresentação de um requerimento de autoria do vereador Ivo Evangelista (PRB), com o objetivo de buscar a regularização dos logradouros que se encontram sem denominação.
Em Ilhéus, diversos bairros e sedes distritais possuem ruas sem nome, ruas identificadas por letras, números ou com nomes de pessoas vivas e outras sem qualquer identificação. Além da organização da cidade, o vice-prefeito de Ilhéus, que participou da sessão, pontuou que a regularização do código postal do município vai permitir a inclusão de cidadãos nos sistemas digitais; possibilitar a abertura de empresas conforme exigência da JUCEB e o atendimento por parte dos Correios. “Desta forma, Poderes Executivo e Legislativo iniciaram um minucioso levantamento sobre toda a legislação que envolve a denominação de ruas em Ilhéus, desde 1969 até os dias atuais. Foram levantadas 306 leis, nos últimos 50 anos, que definem os logradouros de cerca de 450 logradouros. A cidade de ilhéus tem hoje 1.182 logradouros com CEP, e, após aprovação desse projeto o número de ruas cadastradas vai aumentar”,explicou o vice-prefeito.
Nazal apresentou uma sugestão de projeto de lei para servir de base no trabalho do Poder Legislativo, permitindo que todas as ruas dos bairros, sedes distritais e áreas urbanas isoladas sejam devidamente denominadas. “A proposta é definir novos nomes para as ruas que possuem leis que não estão aplicadas; substituir as letras e números por nomes e colocar nomes nas ruas nas áreas urbanas, inclusiveas da zona rural, buscando a posterior inclusão no cadastro do CEP”.
Ainda segundo o vice-prefeito, a má aplicação das leis vigentes no município e leis mal executadas atrapalham na condução desse processo de regularização do endereçamento postal. Locais como Inema e Banco Central, por exemplo, possuem leis denominando as ruas, porém, não estavam identificadas. É necessário que seja feito um esforço por parte de ambos os poderes para permitir a organização dos topônimos denominando as ruas e a devida atualização cadastral por parte dos Correios tornando obrigatórios que as concessionárias de serviços públicos unifiquem seus cadastros, beneficiando a população”, afirmou.
De acordo com o vereador Ivo Evangelista (PRB) a sessão especial e a apresentação de um projeto de lei que irá nortear o processo de regularização vão permitir ainda que “toda a população possa participar desse processo regularização, indicando nomes e garantindo que a nomenclatura de ruas de bairros e distritos possam estar de acordo com o desejo de deus moradores, eliminando possíveis erros e permitindo o acesso a serviços básicos.
O vereador espera que a organização do código de endereçamento postal ocorra dentro de um prazo de até 120 dias, para que a lei seja sancionada pelo Prefeito Mário Alexandre e encaminhada para os Correios. Para o vereador Makrisi Angeli (PT) será preciso unir forças para possibilitar que a regularização postal ocorra o mais breve possível. Ele também sugeriu que todas as ruas passem a trazer identificação com CEP e nome atualizados.
Com os logradouros regularizados, a presidente do Instituto Nossa Ilhéus, Socorro Mendonça acredita que novas empresas se sentirão mais seguras para fazer novos investimentos na cidade.  “Esse será um grande passo para garantir que mais empresas venham se estabelecer na cidade”.
Ainda estiveram presentes à sessão, os vereadores Tarcísio Paixão, Jerbson Moraes, Gil Gomes, Ery Bar, Paulo Anunciação, Nerival, Nino Valverde, Paulo Carqueija e Pastor Matos. Além de representantes de localidades como do Couto, Banco do Pedro, Acuípe, Olivença, Cururupe, Barramares, Ponta da Tulha e bairros da cidade, Conjuntos Habitacionais (Minha Casa, Minha Vida) Morada do Porto e Sol e Mar, entre outras lideranças.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Municípios aguardam liberação de recursos do Garantia-Safra

Representantes de Municípios que aderiram ao Programa Garantia Safra, em especial do Estado de Pernambuco, têm relatado demora na liberação dos recursos aos agricultores familiares. Em resposta à solicitação da Confederação Nacional de Municípios (CNM) por esclarecimentos, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que o atraso se deve a não liberação dos dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
As informações do LSPA são utilizadas para calcular a perda percentual do rendimento agrícola municipal das culturas cobertas pelo Programa. O rendimento da produção é um dos indicadores utilizados para verificar as perdas, além do laudo de avaliação de campo realizado por técnico indicado pela prefeitura.
À CNM, o Mapa informou ainda que aguarda a divulgação do LSPA no início de maio para poder retomar o processo de verificação de perda dos Municípios que solicitaram reconhecimento para a pasta. Por meio da área técnica de Desenvolvimento Rural, a entidade municipalista irá informar os gestores sobre as atualizações do repasse.
Programa
Ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o Garantia-Safra (GS) era voltado inicialmente para região Nordeste e o norte dos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, que sofrem perdas sistemáticas com a seca ou excesso de chuvas. Em 2012, abriu-se a possiblidade de incluir agricultores de outros Municípios, desde que atendidos os requisitos dos prejuízos na produção. Criada em 2002, a iniciativa se consolidou como política de garantia de renda mínima para sobrevivência do pequeno produtor rural.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Em Brasília, Ivo volta a pedir solução para veículos parados do “Caminhos da Escola”

O vereador Ivo Evangelista (PRB), que está em Brasília participando da XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, aproveitou entre uma palestra e outra para visitar os stands de empresas parceiras do Programa federal Caminhos da Escola, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Em contato com os técnicos das empresas Mercedes Benz e Volskwagen, Ivo falou sobre a necessidade de manutenção dos veículos do programa, que se encontram abandonados há anos. “Em muitos casos, é alegado por parte da Prefeitura Municipal, falta de manutenção dos veículos e por isso as empresas se comprometeram em enviar uma equipe técnica para avaliar o que ocasionou o problema e o que pode ser feito para que os ônibus voltem a circular e beneficiar centenas de estudantes em Ilhéus".

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Fundação é contratada para fazer plano de saneamento básico de Vitória da Conquista.

Um total de R$ 2,4 milhões foi contratado por dispensa de licitação para criação do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) de Vitória da Conquista, no sudoeste. A contratação foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (10), restando apenas a assinatura da ordem de serviço do governo do estado. Segundo informação , a vigência do contrato será de oito meses e deve ser executado pela Fundação Politécnica da Bahia (FEP).

A criação dos PMSB é prerrogativa obrigatória de todos os municípios do país e foi criado com a Lei 11445/2007. Até o final de 2019, todos os município devem ter um PMSB como condição de receber recursos para o saneamento básico, que é composto por: abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos, e drenagem e manejo de águas pluviais [água das chuvas] urbanas. 

FONTE: Bahia Noticias

Ministro Luiz Mandetta anuncia medidas para atenção básica e valoriza Saúde da Família

Segundo ministro de Estado a subir no palco principal da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou importantes medidas da Pasta para a gestão municipal. A plenária Compromissos + Brasil teve início às 16h e, durante aproximadamente 30 minutos, o representante da pasta falou sobre as propostas para reestruturar a Atenção Básica, flexibilizar o trabalho dos profissionais da Saúde da Família e regionalizar e diversificar as estruturas de atendimento.
O Ministério irá permitir a redução da carga horária dos médicos, de 40 para 20 horas, e aumentar o número de equipes nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). “Com essa possibilidade de menos horas, fica mais fácil para contratar. Segundo, tínhamos unidades com no máximo três equipes, o que aumenta custo. Permitiremos até seis para que os gestores possam modular e fazer ganho de escala. E as estruturas laboratoriais funcionarão em horário estendido”, garantiu.
As UBS que ampliarem os turnos receberão mais recursos do governo federal. Os gestores poderão decidir se funcionarão 60h ou até 75h por semana. Com isso, unidades que recebiam R$ 21,3 mil para custeio de até três equipes receberão R$ 44,2 mil, caso o gestor opte pela carga horária de 60h semanais – um incremento de 106,7% ao incentivo de custeio recebido pela unidade. Nesse mesmo modelo, caso a unidade possua atendimento em saúde bucal, o aumento pode chegar a 122%, passando de R$ 25,8 mil para R$ 57,6 mil.
Já as unidades que recebem atualmente cerca de R$ 49,4 mil para custeio de seis equipes de Saúde da Família e três de Saúde Bucal e funcionarem com carga horária de 75h receberão R$ 109,3 mil se aderirem à nova estratégia – um aumento de 121% no custeio mensal. Atualmente, a maior parte das UBS funcionam por 40h semanais.
Segundo Mandetta, o foco na atenção primária é uma estratégia e inicia processo de reestruturação da área. “Se não reorganizarmos a base de tudo, não vai ter equipamento e hospital para todo mundo. Ou a gente trabalha a prevenção e o cuidado ou vamos ser engolidos pela hipertensão, pelo diabetes, câncer, Alzheimer, vida sedentária e falta de atividade física”, argumentou.

Obras paradas
 
Outra conquista anunciada na plenária, a flexibilização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) atende às demandas da Confederação Nacional de Municípios (CNM). A pasta identificou 600 UPAs com obras paradas e construiu uma portaria com o Tribunal de Contas da União (TCU) que permite um segundo uso na saúde nas estruturas. O TCU aceitou mudança de objeto até 30 de junho e o prazo não deve ser estendido. Mandetta anunciou ainda novos equipamentos para os Municípios e o Movimento Vacina Brasil, que será lançado amanhã, no Rio Grande do Sul, Estado mais afetado pela gripe.
Enquanto essas mudanças serão implementadas de forma mais imediata, há a proposta de compartilhamento de equipamentos para o segundo semestre, aproveitando a experiência dos consórcios, e regionalização dos serviços. O objetivo é possibilitar aos gestores a adoção das iniciativas federais de forma adequada às necessidades regionais. “Discutam com conselhos municipais da saúde e envolvam os profissionais. Teremos critérios de contrapartida, como um cadastro que identifique diabéticos, hipertensos e grávidas de risco, por exemplo. Não podemos mais tolerar mortalidade materna por descaso e falta de vacinação das crianças”, adiantou.
Municipalização x federalização
Após relembrar o período de seis anos à frente da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (MS), Mandetta reconheceu os desafios. “Foi o cargo mais difícil que ocupei. Temos três décadas de construção do Sistema Único de Saúde, o SUS, e, nesse período, municipalizaram muitos deveres, mas as receitas ficaram centralizadas ou foram insuficientes”, lamentou. A fala vai ao encontro da maior reivindicação do movimento municipalista.
Ao fim dos anúncios, o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, questionou sobre os pleitos dos gestores. “Nos preocupa a falta de médicos, a carga horária dos profissionais e o subfinanciamento dos programas. Temos proposta de federalização desses programas, principalmente de categorias como Agentes Comunitários de Saúde e de Controle de Endemias”, citou.
Mandetta admitiu o alto custo dos programas e da manutenção dos pisos salariais e sinalizou uma abertura para o diálogo. Contudo, alegou que a gestão desses serviços tem de estar sob responsabilidade do Ente que está na ponta. Ele também sugeriu investimento em qualificação dos Agentes para preencher demandas de saúde. “Se qualificarmos em nível técnico, podemos reduzir custos. Para a profissão de cuidador de idoso, por exemplo, há curso de 60 horas. Vamos precisar cuidar desse público e, se formos contar com os hospitais, não terá estrutura para todos. Eles podem ser solução nas próximas décadas”.
Mais Médicos
Sobre o programa, como a lei só pode ser alterada pelo Congresso Nacional, o Ministério está construindo texto para garantir continuidade, estruturação e fixação dos profissionais. “Passamos de 13 mil vagas de medicina por ano para 35 mil. Não é possível que estamos fazendo esforço desse tamanho, pagando Fies, sem proposta para fixar essas pessoas nas pequenas cidades”, advertiu.
Enquanto não é divulgada a reformulação do Mais Médicos, os Municípios terão não só 60 dias para evitar a suspensão do custeio, mas sim 6 meses, “para dar tempo das cidades se reorganizarem na contratação dos profissionais”. Segundo o ministro, o critério para distribuição dos médicos é equidade, levar para onde falta mais, ou seja, as localidades de difícil acesso.
Fizeram parte da plenária ainda o senador Elmano Ferrer (PODE-PI) e o deputado federal Antonio Brito (PSD-BA), presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Ilhéus está em alerta contra a dengue e chikunguya


Segundo dados obtidos pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), o número de casos de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, cresceu 301,4% em 2019 na Bahia. O município de Ilhéus ainda não apresentou aumento significativo nos números de caso, porém o índice de infestação predial (IIP) do mosquito transmissor está alto, em 10%. O Ministério da Saúde preconiza meta de 1%.
A combinação de altas temperaturas e chuvas, características do período de primavera/verão, aumentam as chances de proliferação do vetor transmissor, já que os moradores acabam descuidando da limpeza dos quintais. O mosquito procria-se até mesmo em depósitos pequenos com água parada como tampinhas de garrafas e folhas secas.
Considerando o alto IIP e o período de chuvas, a secretaria municipal de Saúde (Sesau), por meio da vigilância em saúde, está intensificando as ações de controle das arboviroses (dengue, zika e chikungunya) realizando vistoria de rotina nos imóveis, bloqueio focal e perifocal de criadouros em situações de casos suspeitos e confirmados, pesquisa larvária em 1/3 dos imóveis e vistorias aos pontos estratégicos de 15 em 15 dias.
Além das ações de rotina, o Programa de Controle às Endemias conta com uma equipe de educação em saúde que realiza palestras principalmente nas escolas da rede pública e privada. De acordo com a Vigilância, não basta apenas um pequeno grupo combater a Dengue, precisa que cada morador se torne o agente de saúde da própria casa, identificando e eliminando os possíveis focos do mosquito.
FONTE: Secom/Ilhéus.

Sessão vai discutir serviços públicos em conjuntos habitacionais do Minha Casa Minha Vida em Ilhéus.

Uma sessão especial, articulada com as comunidades que possuem conjuntos habitacionais do Programa Federal MINHA CASA MINHA VIDA para tratar sobre a oferta de serviços públicos, a exemplo de transporte coletivo, coleta de lixo, creche/escola e atendimento de saúde, entre outros serviços está sendo solicitada, por meio do requerimento nº 102/2019, pelo vereador Ivo Evangelista. Na oportunidade serão convidados representantes das secretarias de Infraestrutura; Serviços Urbanos; Educação; Saúde e das empresas que operam o transporte coletivo no município. "Diversas reclamações tem circulado nas redes sociais e em blogs locais, dando conta da situação dos ônibus que perfazem as linhas do Condomínio Sol e Mar, Residencial Vilela, entre outras comunidades. Além dessas observações, vale destacar, a dificuldade que essas comunidades enfrentam com relação ao acesso aos serviços de saúde, bem como oferta de creche e escola", acrescentou Ivo Evangelista.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Vereador encaminha pedido de retorno dos servidores afastados.

No último dia 14, a Câmara de Vereadores aprovou requerimento apresentado pelo vereador Ivo Evangelista (PRB) que solicita ao prefeito Mário Alexandre que determine o retorno dos servidores admitidos no período entre 1983 e 1988, afastados pelo decreto 128/2018. "Nosso requerimento tem o objetivo de respeitar a sentença lavrada pela desembargadora Silvia Zarif do Tribunal de Justiça da Bahia, que determinou o imediato retorno destes servidores aos quadros da municipalidade, anulando a decisão proferida em sede do juízo de 1º grau".

Estudantes podem pedir isenção no Enem a partir de hoje

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Começa nesta segunda-feira (1º) o prazo para pedir isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os estudantes que atendem aos critérios podem solicitar o não pagamento na Página do Participante, na internet, até o dia 10 de abril. A taxa do exame este ano é R$ 85. 
Os estudantes isentos no ano passado que faltaram ao exame devem, no mesmo período, apresentar justificativa da ausência e solicitar novamente a isenção, caso desejem fazer as provas este ano. 
Podem solicitar a isenção da taxa os estudantes que estão cursando a última série do ensino médio em 2019, em escola da rede pública; aqueles que cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, com renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio, que em valores de 2019 equivale a R$ 1.497.
São também isentos os participantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, ou seja, membros de família de baixa renda com Número de Identificação Social (NIS), único e válido, renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo, ou R$ R$ 499, ou renda familiar mensal de até três salários mínimos, ou R$ 2.994.
Prazos
O pedido de isenção e a apresentação de justificativas poderão ser feitos, conforme o edital do exame, a partir das 10h, no horário de Brasília, de hoje até as 23h59 do dia 10 de abril. 
No dia 17 de abril, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) vai divulgar a lista, também no portal do Enem, daqueles cujo pedido foi aprovado. 
Os participantes que forem reprovados poderão entrar com recurso, no período de 22 a 26 de abril, na Página do Participante. O resultado do recurso será divulgado, no mesmo endereço, a partir do dia 2 de maio.
Enem 2019
As inscrições para o Enem deverão ser feitas no período de 6 a 17 de maio. Os participantes que tiveram ou não a isenção aprovada também devem fazer a inscrição para participar do exame. 
O Enem será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. No primeiro dia de prova, os participantes responderão a questões de linguagens e ciências humanas e farão a prova de redação. Para isso, terão 5 horas e 30 minutos.
No segundo dia, os estudantes terão 5 horas para resolver as provas de ciências da natureza e matemática.
Os gabaritos das provas objetivas serão divulgados no Portal do Inep e no aplicativo oficial do Enem até o dia 13 de novembro. O resultado será divulgado, conforme o edital, em data a ser divulgada posteriormente.
As notas do Enem podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superio pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Fonte: Agência Brasil.